Ontem (dia 15/07/19) começaria a sequencia de jogos no Rio que para muitos (inclusive para mim) era o que estávamos precisando, nada melhor que uma longa pausa e um jogo contra o fraco time do Ceará para finalmente encontrar o caminho das vitórias no brasileirão. Não foi bem assim que aconteceu.
Vimos mudanças nulas no estilo de jogo, muito também devido ao Allan estar suspenso e o Yuri não conseguir apresentar menos da metade que estamos acostumados com Allan, a zaga formada por Nino e Digão nos mostrou que se um time jogar fechado contra nós e tiver atacantes rápidos irá conseguir sair de cara para o gol em quase todo contra ataque e, claro, nos mostrou que o lugar do Agenor é longe do fluminense. (O REFLEXO DO CARA É BISONHO)
Mais um jogo termina com uma frase que vem tornando-se o resumo do Fluminense no ano, “dominamos como sempre, não ganhamos como sempre”. Foram 59% de posse de bola, 16 finalizações (sendo 7 no gol), 568 passes trocados, 14 escanteios e cobrados e apenas 1 gol feito. O que falta para conseguirmos a vitória? Críticos ou não ao estilo do Diniz, temos que entender que o time cria sim chances claras, o time tem sim bons finalizadores (ontem jogamos com Pedro e João Pedro) e isso só tem me deixado com a opção de que nos falta confiança e um goleiro (MURIEL) já que deixamos de ganhar nos últimos dois jogos por tomar gols questionáveis.

Contra o Vasco não tem mais desculpas, não teremos Ganso mas teremos Nenê, teremos Allan de volta e temos que ter Muriel no gol. Diniz não pode inventar, talvez seja um dos últimos suspiros dele como técnico do Fluminense.